
“… Pretendo um estado mais pequeno…”
Agora percebo que o problema dele para com a política nacional. O factor de escala!
Que se pode contrafazer, enganar, faltar com a verdade, encobrir de razões falsas, enganar através de raciocínios viciosos ou aparentemente corretos e concebidos com a intenção de induzir ao erro.

Hoje de manhã, tinha acabado de sair de casa, operação stop.
Além de me mandarem parar, tive que ficar na fila para ser “atendido”.
Quando finalmente chegou a minha vez, a coisa desenrolou-se nestes modos:
- Bom dia! A sua carta de condução e registo de propriedade da viatura.
- Aqui está.
- Ingeriu alguma bebida alcoólica nas últimas horas?
…
Meus caros. Eu já estava lixado de estar ali a perder tempo e o “SG Filtro” pergunta-me aquilo? É claro que tinha que sair asneira:
- Não! Os meus dois filhos ali atrás não deixaram nem uma pinga. Tive que beber leite.
A cara do agente mudou pálido para vernelho.
Não percebi se foi porque conteve o riso ou se conteve a vontade de me fazer o teste de alcoolémica, de estupefacientes e, talvez, uma endoscopia, tudo só para me atrasar ainda mais do que já estava e assim castigar-me pelo meu atrevimento:
- Aqui tem os seus documento. Guie com cuidado pois o chão está escorregadio e veja lá se põe mais bem disposto. Bom dia.
Fiquei sem saber se a PSP tem sentido de humor.
Fiquei a saber que a razão porque a ASAE fechou a Ginjinha do Rossio, foi porque o estabelecimento não tinha maquina de lavar loiça.
"Durante décadas nós pensamos que a capacidade no cérebro é geneticamente determinada, e agora ficou claro que é uma questão de estilo de vida", explicou Terry Horne, autor do livro e palestrante na Universidade de Lancaster.